Ao permitir o “existir” de todas as coisas, uma dimensão
mais profunda, por baixo do jogo dos opostos, se revela para nós como uma
presença permanente, uma serenidade profunda e estável, uma alegria sem motivos
que se situa além do bem e do mal. Essa é a alegria do Ser, a paz de Deus.
Existem ciclos de sucesso, como quando as coisas acontecem e
dão certo, e ciclos de fracasso, quando elas não vão bem e se desintegram. Você
tem de permitir que elas terminem, dando espaço para que coisas novas aconteçam
ou se transformem. Se nos apegamos às situações e oferecemos uma resistência
nesse estágio, significa que estamos nos recusando a acompanhar o fluxo da vida
e que vamos sofrer.
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