Se nos identificamos com a mente, criamos uma tela opaca de
conceitos, rótulos, imagens, palavras, julgamentos e definições que bloqueia todas
as relações verdadeiras. Essa tela se situa entre você e o seu eu interior,
entre você e o próximo, entre você e a natureza, entre você e Deus. É essa tela
de pensamentos que cria uma ilusão de separação, uma ilusão de que existe você
e um “outro” totalmente à parte. Esquecemos o fato essencial de que, debaixo do
nível das aparências físicas, formamos uma unidade com tudo aquilo que é. Por “esquecermos”
quero dizer que não sentimos mais
essa unidade como uma realidade evidente por si só. Podemos até acreditar que isso seja uma verdade, mas
não mais a reconhecemos como verdade.
Acreditar pode até trazer conforto. No entanto, a libertação só pode vir
através da vivência pessoal.
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